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07/09/2010
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
   
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Espaço Aberto
ABC fomento: parceria com o cliente
Com o objetivo de desenvolver um trabalho sério e duradouro, a ABC Fomento Mercantil, em Manaus, no Amazonas, foi fundada em março de 2000, pela Sócia diretora Deborah Maia. A partir de 2004, com a filiação à ANFAC e a contratação de novos talentos do setor de fomento, a empresa obteve um grande crescimento e consolidou-se no mercado. Hoje, com nove anos de existência, a ABC passou a ser referência da atividade na capital do Amazonas, operando com cinco funcionários e três sócios, contam com uma carteira de 100 clientes ativos.

A factoring trabalha com a parceria dos clientes, realizando operações de for- ma segura e analisando todos os aspectos das transações comerciais. Ela fomenta de pequenas a grandes empresas, nos mais diversos segmentos. A gerente-comercial, Sandra Castro, revela que, em 2009, os negócios estão crescendo. “Apesar de toda a crise que se instalou no mundo, já visualizamos muitas operações estimulantes no mercado”, afirma. A expectativa é fidelizar clientes, identificar tendências de mercado, descobrir oportunidades, mapear riscos e melhorar o nível de competitividade.

“O fomento mercantil tem contribuído muito para o crescimento e sustentabilidade das pequenas, médias, e uma parcela pequena de grandes empresas no país”, ressalta a gerente. Sandra elogia a parceria com a Associação, destacando que a ABC sempre foi assessorada com grande capacidade técnica, jurídica e contábil. “Ser associado à ANFAC, sem dúvida, é sinônimo de ter uma empresa que trabalha com seriedade, correta e idônea no mercado”, garante.


Setor de confecções conta com o fomento da Sistema Factoring
Na cidade de Pimenta Bueno, na região leste de Rondônia, atua a Sistema Factoring Fomento Mercantil. Fundada em 1998 por Jauri Constantino e sua esposa, Lucinéia Constantino, a empresa opera nestes 11 anos, fomentando pequenas empresas, principalmente do setor de artigos de vestuário, já que a região possui um forte polo de confecções.

A factoring conta, atualmente, com um leque de 200 clientes ativos, e opera com quatro funcionários. O fundador da factoring relata que participar da ANFAC, resultou em grandes benefícios para a Sistema Factoring, desde o início das operações, destacando as orientações e auxílio jurídico. “A ANFAC é um grande ‘guardachuva’, que protege as factorings”, frisa.


Mult Cred Factoring: negócios em família
O factoring percorre todo o Brasil e por isso não poderia deixar de estar presente em Tomé-Açu, cidade do Nordeste do Estado do Pará. É neste município paraense que está localizada, a Mult Cred Factoring Fomento Mercantil. A empresa fundada, em 2001, por Dirce Correa Tedesco é gerenciada pela própria família. Em 2003, com a saída de um sócio, ingressou no negócio Adenilson Tedesco – um dos filhos do fundador. Posteriormente, assumiu a atual sócia e também filha, Eliane Tedesco – que é responsável pelas operações na factoring.

Em 2009, devido à turbulência na economia, as operações passaram a ser mais restritas. Eliane lembra que, mesmo com a ajuda do fomento, alguns clientes tiveram de fechar as portas. “Em virtude da crise, muita gente passou a procurar o factoring”, ressalta. A Mult Cred Factoring Fomento Mercantil mantém uma carteira de 15 clientes, e trabalha com foco em fomentar principalmente as pequenas empresas do município de Tomé-Açu.

Eliane elenca os benefícios de ser filiada, como as formações e orientações prestadas pela Associação, destacando que, sempre que precisou, foi bem atendida. Aliado ao trabalho de fomento está a associação à ANFAC.


Denárius Fomento Mercantil: o foco na indústria
Com dez anos de atuação no mercado, a Denárius Fomento Mercantil, da cidade de Cataguases, em Minas Gerais, foi fundada em 31 de julho de 1999. Aproveitando a experiência de 16 anos no segmento, o sócio-diretor, Bruno Gonçalves, migrou do Rio de Janeiro e passou a atuar na Região da Mata mineira.

A empresa, que conta com três funcionários, atua exclusivamente com capital próprio, operando com duplicatas e cheques, com foco na indústria. Gonçalves afirma que as informações disponibilizadas pela ANFAC aos associados são um grande benefício para a Denárius, acrescentando que, todas as vezes que recorreu à Associação, recebeu atendimento.

Atuando com um mercado diferenciado, o diretor revela que a empresa “não é concorrente dos bancos”, pois trabalha com custos reduzidos, e procura agregar e levantar os negócios dos clientes, de forma que eles também possam crescer. No entanto, em virtude da turbulência econômica, o diretor revela que, da crise, muita gente passou a procurar o factoring”, ressalta. A Mult Cred Factoring Fomento Mercantil mantém uma carteira de 15 clientes, e trabalha com foco em fomentar principalmente as pequenas empresas do município de Tomé-Açu. Eliane elenca os benefícios de ser filiada, como as formações e orientações prestadas pela Associação, destacando que, sempre que precisou, foi bem atendida. Aliado ao trabalho de fomento está a associação à ANFAC. a fim de preservar a empresa dos efeitos da crise, houve uma redução de cerca de 30% na carteira. Atualmente, a factoring opera com 40 clientes ativos, e para o final de 2009, espera a retomada dos negócios – mas de forma moderada. “Não podemos colocar o carro na frente dos bois”, frisa.


Pontual Factoring: Foco na pontualidade

O trabalho da Pontual Factoring, na cidade de Boa Vista (RR), surgiu há quase uma década, e cresce junto com o fomento na região. Os sócios Clerlânio Fernandes de Holanda e Veronildo Holanda começaram aos poucos, em um segmento ainda em desenvolvimento em Roraima. “A empresa, logo que foi constituída, viu que era uma atividade nova no Estado”, conta Clerlânio, revelando que, para buscar informações e esclarecimento sobre o factoring, os sócios procuraram realizar os cursos da ANFAC. A Pontual atua hoje na prestação de serviço, para as empresas de comércio em geral, como cerâmica e materiais de construção. A empresa conta com um efetivo de cinco pessoas e uma carteira de 250 clientes.

Clerlânio comenta que o ano de 2009 foi marcado por fatos “anormais” na economia, devido à crise. “Os bancos restringiram o crédito para as empresas, e parte destas migraram para as factorings”, analisa. Ele pondera que, passado o período de instabilidade, as atividades voltarão à normalidade – não impactando no crescimento da empresa. A Pontual trabalha com foco na pontualidade das operações de compra e venda de recebíveis, procurando oferecer a resposta da forma mais rápida e segura. O objetivo é a satisfação do cliente através da prontidão no atendimento.


Dunas Fomento Mercantil: Tecnologia e trabalho em equipe

Fundada em 1992, por João Batista Campos Netto, na cidade de Cabo Frio (RJ), após participar do curso de Operador de Fomento promovido pela ANFAC, a Dunas Fomento Mercantil atua em toda a região dos Lagos, atendendo também a capital fluminense e contando com filiais em Juiz de Fora e no polo moveleiro de Ubá, ambas em Minas Gerais. Priorizando suas ações nos princípios éticos preconizados pela Associação, a empresa procura manter firme a proposta inicial de ser uma parceira verdadeira de seus clientes.

Com uma equipe de 25 pessoas e uma carteira com 200 clientes ativos, o crescimento é devido à visão de trabalho em equipe e aos investimentos em tecnologia,
que possibilitam um atendimento diferenciado, com curto tempo de resposta e soluções customizadas aos denominados “clientes-parceiros”. A missão da Dunas é ser reconhecida e consolidada para atender o mercado, gerando negócios e buscando atender os interesses de acionistas, funcionários e clientes, com foco em um crescimento constante e ininterrupto.

Mesmo com o último abalo econômico, o sócio-diretor João Batista Campos Netto afirma: Investindo em tecnologia e no aprimoramento do capital humano, o diretor-presidente, João Batista Medeiros, conta que são treinados todos os colaboradores da empresa, sendo considerada a factoring que mais investe em treinamento no país. Ela procura trabalhar em parceria com empresas e com produtores rurais locais, prestando os serviços inerentes ao fomento mercantil de assistência a suas empresas clientes fazendo o “Para nós, a palavra crise é sinal de novos negócios, de mais trabalho, de buscar novos objetivos para nos sobressairmos”. Neste ano, começou o trabalho de expansão da empresa para o interior de São Paulo, na região de Ribeirão Preto, e o início de um forte
programa de treinamento para os colaboradores.


Capital Mercantil: Sinônimo de credibilidade

Começando em 2005, com apenas dois funcionários, em salas alugadas, a Capital Mercantil – firmada na cidade de São Gabriel do Oeste (MS) – conta hoje com 20 colaboradores, comemorando a sede própria, construída em 2008, e incluindo uma filial em Campo Grande. A empresa surgiu após um ano de planejamento, observando as características econômicas da região, essencialmente agropecuária, com a carência de um espaço de mercado não atendido, devido à burocracia bancária. Desde o início, a factoring buscou cercar-se de segurança, filiando-se ao SINFAC/MS e à ANFAC.

O sucesso também resulta da mudança da concepção da cidade sobre o factoring, que passou a entender e a comprovar os benefícios do fomento para alavancar a economia da região. A própria sociedade passou a reconhecer a empresa, e hoje trabalhar com a Capital Mercantil é sinônimo de credibilidade.

Investindo em tecnologia e no aprimoramento do capital humano, o diretor-presidente, João Batista Medeiros, conta que são treinados todos os colaboradores
da empresa, sendo considerada a factoring que mais investe em treinamento no país. Ela procura trabalhar em parceria com empresas e com produtores rurais locais, prestando os serviços inerentes ao fomento mercantil de assistência a suas empresas clientes fazendo o acompanhamento de suas atividades básicas
e provendo os recursos necessários ao seu dia a dia. “As empresas crescem conosco”, define o presidente João Batista. Conforme o dirigente, atualmente, a Capital Mercantil é responsável pela geração de mais de 600 empregos indiretos, e atua ainda na Responsabilidade Social, em parceria com os órgãos públicos de cultura e educação da região.


Sociedade que rendeu bons frutos

Desde a fundação da empresa Farol Sociedade de Fomento Mercantil, a economia baiana ganhou uma nova ferramenta de desenvolvimento.

Uma parceria harmoniosa no segmento da construção civil, desenvolvida ao longo de vários anos, entre os engenheiros civis Jorge Eduardo Ferreira Vaz e Ricardo da Costa Oliveira, desencadeou na fundação, em julho de 2006, da empresa Farol Sociedade de Fomento Mercantil Ltda, em Salvador, Bahia.

Segundo o diretor da empresa, Ricardo da Costa Oliveira, a ampliação das atividades para uma área distinta exigiu estudo, pesquisa e cautela. “Apesar de inicialmente
a empresa não ser filiada à Associação Nacional das Sociedades de Fomento Mercantil – ANFAC, as informações desta Associação e do Instituto Brasileiro do Fomento Mercantil – IBFM foram fundamentais para a sua consolidação.”

A empresa teve início realizando um árduo trabalho para a montagem da carteira de clientes, período em que atuavam dois colaboradores diretos, além dos diretores e dos servidores terceirizados de Contabilidade e Advocacia. Hoje, atuam seis colaboradores diretores.

A filiação à ANFAC se deu em maio deste ano, sendo uma tendência natural à medida que, com o aumento das atividades, iam surgindo as mais diversas situações comerciais e jurídicas. “A ANFAC contribui com a difusão das experiências no mercado e desenvolve uma representatividade importante das empresas de fomento
mercantil no cenário mundial.”

A Farol Sociedade de Fomento Mercantil Ltda atende a diversos segmentos no Estado da Bahia, desde o comércio de produtos e serviços até a indústria, além da atuação em algumas situações na modalidade de Truste.

“A atuação ágil na antecipação de créditos para as pequenas e médias empresas é de fundamental importância para a sustentabilidade e possibilidade de crescimento das mesmas”, destaca Oliveira.

Para o diretor, as factoring podem e devem impulsionar a economia do País, oferecendo serviços de qualidade para o mercado. “A lei das factoring dará o balizamento legal para o setor, esclarecendo as dúvidas existentes no mercado e no meio jurídico que tanto prejudicam o desenvolvimento do segmento.”

Oliveira acrescenta que essa lei também contribuirá para a conscientização da sociedade sobre a conceituação da empresa de factoring, dando maior clareza ao que tange a verdadeira atividade de fomento mercantil. “Essa luta incessante do presidente da ANFAC, Luiz Lemos Leite, para a aprovação da PLC 13/2007, trará maior segurança à atividade das empresas de fomento mercantil e inúmeros benefícios ao setor”, finaliza.


Grupo Centerpar: qualidade e transparência na atividade de fomento mercantil

Atendendo aos seus clientes com profissionais altamente capacitados, o grupo Centerpar, que possui empresas que atuam no mercando de fomento mercantil há 15 anos, prima pela agilidade, qualidade e velocidade de seus serviços, através do emprego de tecnologia avançada e de uma política preventiva de negócios. “Criamos uma boa reputação, pois nossos trabalhos são realizados com transparência nas informações. Com isso, os clientes vêm até nós”, comenta Divaldo Disposti um dos sócios do grupo.

Apesar dos bons resultados que o grupo Centerpar alcança hoje, em setembro de 1993, quando a primeira empresa, Centercred, foi aberta, em Bauru, por um grupo de ex-bancários, houve algumas dificuldades no desenvolvimento do negócio. À época, a atividade não era tão difundida e havia resistência por parte de alguns setores do sociedade.

O empresário Divaldo, que é filho de um casal de agricultores, deixou o sítio onde morava, aos 17 anos, para cursar a faculdade de Ciências Contábeis. Como contador fez carreira em alguns importantes bancos do Estado, tendo posteriormente deixado seu emprego para investir no fomento mercantil.

“Minha motivação para abrir a empresa veio do exemplo de um amigo e ex-diretor do Banco onde eu trabalhava, Carlos Daúd, que até hoje é associado da ANFAC”, lembra. A partir da experiência do amigo, Divaldo conta que percebeu que o factoring era uma atividade saudável e que tinha boas perspectivas. Por isso, começou a estudar e pesquisar a respeito, resolvendo pedir as contas do banco para montar a primeira empresa de fomento, juntamente com seu sócio, Nelson Sorroche.

Os negócios começaram modestos, mas, já no primeiro ano, a empresa tinha 40 clientes. “Depois, entraram mais sócios e o negócio foi crescendo, e, em dois anos, conseguimos abrir mais duas empresas”, conta Divaldo.

Atualmente, o grupo Centerpar tem 14 empresas no Estado de São Paulo e uma no Paraná, com, em média, 600 clientes ativos e mais de 4 mil cadastrados. Entre eles, estão indústrias de setores de metalúrgica, máquinas pesadas, confecção, indústrias leves, calçados e alimentos. Divaldo Disposti acredita que o sucesso do grupo se deve ao trabalho sério desenvolvido, que, com o passar dos anos, gerou a credibilidade com a qual as empresas contam.

Qualificação Profissional

O grupo Centerpar conta atualmente com cem funcionários. A qualificação profissional destes colaboradores é um fator fundamental para Disposti. “Acreditamos que profissionais aperfeiçoados, qualificados e capacitados são muito importantes para o desenvolvimento das empresas”.

Segundo ele, 99% destes profissionais têm formação universitária, 50% já fizeram pós-graduação ou cursos de extensão em gestão, finanças ou outras áreas relacionadas. Além disso, nas 15 empresas do grupo há, pelo menos, um agente de fomento, formado pelo Instituto Brasileiro de Fomento Mercantil - IBFM.

Segundo Disposti, entretanto, para os bons resultados das empresas e o reconhecimento no mercado, não basta apenas ter ótimos colaboradores. Ele afirma que a filiação à ANFAC também é de extrema importância, pois demonstra o quanto a empresa é séria e capacitada. “Há um diferencial em ser filiado à ANFAC, pois nos destacamos dos demais. Ser associado é sinônimo de ter uma empresa séria, que trabalha corretamente e com idoneidade”, afirma.

“Com certeza, com toda a luta e o apoio que o presidente da ANFAC, Luiz Lemos Leite, está nos dando, vamos mostrar que as empresas de factoring são sérias, éticas, responsáveis e que trabalham inclusive com responsabilidade social”, finaliza.


SM Fomento Mercantil: foco no cliente e na equipe

Atendimento a cerca de 4 mil clientes, atuação em 8 estados e mais de 2 milhões de títulos de crédito operados.

Com esses números, a SM Fomento Mercantil completa 15 anos de existência no mercado, focando sua atuação nas áreas de fomento mercantil, consultoria empresarial, empreendimentos imobiliários e correspondente bancário.

Nascida de uma sociedade familiar: Sérgio Melo e suas três filhas, Simone, Mônica e Bianca, a empresa começou com seis funcionários e hoje possui um quadro de 66 profissionais. O presidente da empresa, afirma que apesar da origem familiar, um dos principais valores da SM é a profissionalização e qualificação de seus integrantes, o que permitiu o crescimento e consolidação da empresa. “Todos os sócios e diretores estão constantemente empenhados na busca de atualização e aprimoramento profissional, através de pós-graduação, mestrados, MBA e experiência internacional”, garante o presidente.

Da matriz, em Fortaleza, CE, a equipe da SM coordena as operações que acontecem nos estados do Ceará, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte. Melo conta que, através de um sistema gerencial desenvolvido pela própria empresa em parceria com a empresa softwarehouse, a SM consegue manter uma gestão centralizada e operações padronizadas em toda a área de atuação. Segundo o presidente, hoje, mais de cem empresas de factoring de todo o País utilizam o software desenvolvido pela SM.

Ao falar dos segmentos econômicos atendidos pela sua empresa, Melo lembra da importância de diversificar a área de atuação. Segundo ele, a SM procura não concentrar sua atuação em um só setor, para não ficar dependente dele. “Se você atende somente um setor, quando ele passa por uma crise, sua empresa fica comprometida”, observa. Apesar da opção pela diversidade, a maior parte dos clientes da SM estão nos setores de alimentos, bebidas, embalagens, materiais de construção e têxteis.

Independentemente do setor das empresas fomentadas pela SM, Melo afirma que o importante é que os clientes olhem a SM como uma empresa parceira. “A nossa proposta é desenvolver um trabalho sério e duradouro para que a nossa atividade possa se complementar a dos nossos clientes, para que eles tenham satisfação de trabalhar conosco, não apenas para fazer aquela operação de compra e venda de direitos creditórios”, enfatiza.

O investimento na equipe

Em 2007, a SM recebeu o Prêmio Delmiro Gouveia – promovido pela Bolsa de Valores e pelo governo do estado do Ceará –, tendo sido considerada a 2ª melhor empresa do estado, do ponto de vista do desempenho social.

O prêmio avalia o porcentual de aplicação de recursos na área social e nos funcionários em relação ao faturamento total da empresa.

Um dos principais focos da SM é a preparação, qualificação dos seus funcionários. Por isso, a empresa investe continuamente em diversos programas de capacitação internos e externos, como cursos, palestras, workshops e treinamentos em geral e ainda financia 50% da mensalidade dos funcionários que estiverem matriculados em cursos superiores.

Segundo Melo, essas ações têm o objetivo de fortalecer e reciclar o conhecimento dos funcionários da SM.

Outra preocupação do presidente da empresa é com a boa convivência dos funcionários entre si e com a empresa.

Por isso, existe também o investimento em programas de relacionamentos como encontros sociais, projetos de entretenimento, como o “Ecotracking”, em que os funcionários participam de passeios e trilhas monitoradas por empresas especializadas em RH. Sérgio Melo afirma que isso ajuda muito no desenvolvimento profissional
da equipe como um todo.

FDICS: Opção de investimento

A gradativa redução da taxa de juros no País tem forçado o segmento de factoring a diminuir o fator de compra de títulos. Por isso, Melo acredita que as empresas de fomento mercantil devem buscar ampliar sua atuação, no intuito de rentabilizar os negócios. Ele explica que, no caso da SM, a empresa tem buscado intensificar a prestação de serviços e o setor consultoria.

Outra alternativa é a derivação de parte das operações para os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios – FIDC. De acordo com o presidente da SM, os lucros obtidos com os FIDC permitem que a empresa pratique custos menores para o cliente.


Master Factoring

No coração do Brasil vamos encontrar a Master Factoring Fomento Mercantil Ltda, uma média empresa familiar que iniciou suas atividades em 26 de junho de 1991, no Setor Oeste, de Goiânia - GO. Em novembro de 1994, a empresa filiou-se à ANFAC.

A empresa é administrada por Nelson Eduardo Semeghini, também vice-presidente do SINFAC de Goiás e Tocantins e sempre procura prestar um atendimento personalizado aos seus clientes, empresas de variados portes. No entanto, sua vocação continua a ser as micro e pequenas empresas. No relacionamento com as empresas clientes, a Master Factoring presta-lhes importantes serviços, inclusive disponibilizando seu banco de dados e de pesquisas, o que proporciona aos seus clientes condições para uma melhor avaliação de seus compradores. A Master também presta serviços de acompanhamento das contas a receber, de orientação jurídica e contábil e de assessoria no fomento do processo produtivo e mercadológico.

A médio prazo, a expectativa de Semeghini, é de que ocorra a expansão dos negócios, com a ampliação do número de clientes atendidos incluindo profissionais liberais. Fazem parte dos seus planos e dos sócios, a adoção da certificação digital e o incremento da comunicação on line com os clientes.

Para o empresário Semeghini, o fomento mercantil é de inquestionável importância para a economia, em especial para aquelas empresas ainda afastadas do crédito bancário, seja por falta de garantias, seja porque possuem restrições cadastrais.

“O factoring assegura suporte financeiro a essas empresas para alavancar seus negócios e cumprir seus compromissos, tudo de forma simples e ágil”.

Apesar de sua importância, a atividade reclama regulamentação, afirma o empresário, lembrando do PLC nº 13/2007 que se encontra no Senado e irá regulamentar o fomento mercantil. “Atualmente, a atividade de factoring se ampara em legislações esparsas, o que traz como conseqüência a insegurança jurídica, por isso a lei de fomento irá disciplinar a área de atuação das empresas e expurgar aqueles empresários que não exercem o verdadeiro factoring e que apenas buscam o lucro fácil, sem se preocuparem com a ética”.

Mercado promissor

Nos últimos anos o segmento de fomento vem se expandindo em Goiânia. Semeghini destaca inclusive a presença de empresas de fomento de outros estados brasileiros que estão
abrindo escritórios ou filiais em Goiânia, acreditando no potencial de crescimento do estado.

Dados oficiais do Governo de Goiás mostram o potencial exportador da região. Em novembro, as exportações superaram em 51% o volume do que foi exportado ante o mesmo período de 2006. E no que ser refere às importações também houve um incremento de 122%, comparativamente. “Esses números são importantes, pois confirmam a fase de crescimento do estado, com um desempenho acima da média nacional”, afirma o empresário da Master Factoring, citando como setores em crescimento, o de alimentação, bebidas, construção civil e têxtil.


DX Factoring, um negócio de família

A DX Factoring Fomento Mercantil é uma pequena empresa familiar, localizada na região central de Goiânia - GO, por considerar este um local de fácil acesso aos seus clientes, na maioria pequenas e médias empresas de setores, como confecções - um ramo muito forte na região; indústria de embalagens e farmacêutica, serviços de telefonia, e de prestação de serviços para festas e decorações.

Fundada em 1991, A DX Factoring filiou-se à ANFAC logo no ano seguinte.

Na empresa trabalham três irmãos, todos com formações distintas, o diretor Dalton Xavier de Araújo formado em Direito; o administrador Marcio Xavier de Araújo e o químico Dahir Xavier de Araújo Rocha.

“Por ser uma empresa familiar, temos funções bem definidas para não haver divergências, mas quando essas acontecem, o diálogo e o respeito prevalecem para manter o foco que é o crescimento da empresa”, afirma Dalton Araújo que também é diretor financeiro do SINFAC GO/TO e vicepresidente executivo da ANFAC, Coordenador da Região Centro-Oeste.

Para o empresário, a aprovação do projeto de lei em trâmite no Senado será um grande avanço para o mercado de fomento, pois a regulamentação desta atividade atípica, irá por em prática o que já é realizado pelas empresas de factoring, só que cada vez com mais respaldo. “Hoje, realizamos eventos junto ao poder judiciário, como o que foi feito em Goiânia em junho, em conjunto com a ASMEGO, ANFAC e o SINFAC GO/TO, para levar ao conhecimento do poder judiciário a nossa atividade, de maneira correta e legal”, explica Dalton Araújo.

Para o futuro, ele acredita que o rumo, o norte, será o investimento cada vez maior nos serviços e no contato direto com os clientes, passando a ser este, o diferencial na concorrência  com os bancos.


KF Factoring, 17 anos de mercado

A KF Factoring é uma média empresa familiar que iniciou suas atividades em dezembro de 1990. A sede da empresa fica na região central da cidade de Goiânia, e possui também uma empresa coligada em Anápolis - GO.

Os serviços prestados pela KF Factoring são bem variados e envolvem a seleção de sacados, de fornecedores, serviços de consultas cadastrais, pagamento de compromissos agendados pelos clientes, entre outros. As empresas clientes são de vários setores da economia de Goiânia, principalmente, o ramo de confecções e os ligados a ele.

O diretor da KF Factoring, Lindomar Moreira, também é presidente do SINFAC GO/TO, e administra a empresa ao lado da filha Thanira. Os outros sócios são Cristina Viana Moreira e a TMR Participações e Empreendimentos. “A nossa convivência é tranqüila e se surge algum conflito é tratado de forma profissional“, afirma Lindomar.

A filiação da KF Factoring à ANFAC ocorreu em 1991. O papel desempenhado pela ANFAC em nível nacional, assim como o dos SINFACs que atuam localmente é muito importante.

“A regulamentação definitiva do fomento mercantil irá beneficiar as empresas que operam de forma regular. As que se intitulam ‘factorings’ e não operam como tal terão de modificar sua forma de atuação, o que trará benefícios a todo o segmento”, explica Lindomar.


JGM Fomento Mercantil atua no mercado de fomento em SP
Uma empresa familiar com clientes em várias áreas, como indústria, comércio e prestação de serviços.

A JGM Fomento Mercantil Ltda é uma pequena empresa familiar fundada em agosto de 2000, pelos irmãos Jonas Micheline e Gerson Micheline. Os dois convivem profissionalmente há 19 anos, a princípio na JGM Contábil e, depois, na factoring, o que acabou por consolidar essa parceria de sucesso.

O início da JGM Fomento foi um processo natural. “A factoring surgiu em torno da nossa carteira de clientes da Contabilidade, e hoje atuamos em várias áreas, como indústria, comércio, prestação
de serviços e algumas construtoras”, explica o diretor Jonas Micheline.

A maioria dos clientes da JGM Fomento são da cidade de São Paulo, local onde a empresa está situada no bairro da Mooca. “Pelo menos 10% da nossa carteira de clientes é do Interior do Estado”, afirma Jonas Micheline.

Esse ano, a empresa passou a contar com um reforço muito bem-vindo na equipe, a presença de Jonas Micheline Filho, na área Operacional, atuando diretamente na prospecção de novos clientes.

O processo de filiação à ANFAC foi feito um mês após a fundação da JGM Fomento.

Futuramente a empresa deve estruturar um FIDC – Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, e para isso é necessária a certificação da ANFAC, um processo que inclui várias etapas, inclusive uma auditoria. Ou seja, a direção, o norte da empresa é sempre a busca pela qualidade.

Divulgação da atividade de fomento

A regulamentação definitiva do segmento de fomento mercantil no Brasil será muito importante, afirma Jonas, e se vier acompanhada de uma reforma tributária para o setor, teremos condições ideais para um maior crescimento.

As empresas de fomento são tributadas obrigatoriamente pelo regime de Lucro Real, reduziria muito a carga, se pudéssemos optar pelo Lucro Presumido”, esclarece Jonas.

“O trabalho que a ANFAC vem realizando junto ao Judiciário é importante, pois é por intermédio desses eventos que os verdadeiros conceitos que balizam atividade de fomento mercantil se tornam conhecidos em todo Brasil”, argumenta o diretor da JGM Fomento. Jonas sugere que de, alguma forma, “possa ser desenvolvido um trabalho junto aos diretores financeiros das grandes empresas, para que compreendam a nossa atividade e a ajuda que prestamos aos seus fornecedores. Quando compramos os créditos dessas empresas que são fornecedoras das grandes, estamos dando condições para que elas se tornem ainda mais competitivas”, afirma.


Família unida, na Credere Consultoria e Fomento Mercantil

A Credere Consultoria e Fomento Mercantil é uma média empresa familiar com 30 funcionários, localizada na região central da cidade de São Paulo. O diretor Hamilton de Brito Junior trabalha junto com sua esposa e seus dois filhos.

A convivência familiar no trabalho é tranqüila. A direção da empresa adquiriu o hábito de fazer reuniões semanais dando importância à prevenção para evitar o surgimento de conflitos. Durante sua trajetória profissional, Hamilton foi diretor de uma empresa multinacional, onde era responsável por mais de 600 funcionários e, ao fundar a Credere, há 11 anos, trouxe para o seu negócio uma cultura de gestão profissional de resultados.

“É importante ouvir as opiniões de diferentes estilos de comando, pois permite enxergar todos os aspectos de um problema e quando todos entendem o ponto de vista do outro é possível alcançar um consenso por unanimidade”, explica Hamilton de Brito, ao acrescentar que “o sócio patriarcal não pode nunca usar da sua autoridade de pai ou de sócio majoritário a não ser que seja extremamente necessário. Uma vez que as decisões são tomadas, as tarefas de execução são divididas entre todos os participantes”.

A Credere é uma empresa de factoring de varejo, com pequenos clientes no segmento de indústria, comércio e serviços. Atua principalmente com o factoring convencional, algumas
operações de trustee e algumas operações de fomento à produção.

Além da Credere Consultoria e Fomento Mercantil existem mais duas empresas que compõem o grupo: a Credere Trading Importação e Exportação - e a Crystal Clear Controle da Poluição do Ar de Interiores.

Busca pela qualidade

A certificação ISO 9001, desde 2004, trouxe muitas vantagens para a Credere, pois permite uma gestão mais profissional que repercutiu num melhor relacionamento com os funcionários, pois cada um sabe o que se espera deles, sendo que os líderes participam da reunião mensal dos indicadores para demonstrar o cumprimento dos seus objetivos.

O processo de filiação à ANFAC surgiu de forma natural. Para Hamilton, “o fomento mercantil tem papel significativo na economia brasileira, pois apóia a pequena e média empresa que são o sustentáculo social do País, gerando empregos e produzindo riquezas que sem o apoio do fomento mercantil não conseguiriam sobreviver”.

“A regulamentação do setor trará o reconhecimento da importância da atividade”, conclui Hamilton.


Inspiração para abrir a Constec Mercantil

A Constec Mercantil de Fomento Ltda, localizada em Porto Alegre – RS, completou em junho, 23 anos de fundação. Desde o início, a Constec foi um empreendimento familiar. E como em ‘time que está ganhando, não se mexe’, nenhum dos sócios dessa pequena empresa pretende mudar a situação. “Durante todos esses anos, a relação sempre se manteve harmônica, nunca enfrentamos divergências familiares nos negócios, por isso pretendemos permanecer uma empresa familiar”, afirmou João Amado Réquia, um dos sócios.

Foi em 1984 que o descendente de italianos, da região de Veneto, João Amado Réquia criou a empresa em sociedade com o genro Emile Leopold Bian que atuou durante muitos anos em instituições financeiras nacionais e estrangeiras e hoje, também é Cônsul Ad-Honorem de Luxemburgo para a Região Sul (RS, SC e PR).

A partir de 1993, a Constec Mercantil passou a contar com o reforço de Lauri Mauro da R. Réquia, filho de João Réquia. Os três são responsáveis por áreas distintas da empresa e cada um desempenha seu papel em sintonia com os demais. Talvez seja esse o segredo do sucesso! Para o consultor Renato Bernhoeft, a empresa familiar pode muito bem ser viável e tornar-se peça importante para o crescimento e modernização da economia.

Ao criar a Constec, João Réquia inspirou-se nos exemplos do presidente da ANFAC, Luiz Lemos Leite responsável pela implantação do fomento mercantil no Brasil e também no ex-ministro de Planejamento, Mário Henrique Simonsen que tinha uma empresa de factoring à época. O registro nº 249, de filiação à ANFAC, de 18/01/1985, é guardado com muito carinho, pois afinal João Réquia também é um dos co-participantes do movimento que implantou o fomento mercantil no País. A Constec é a primeira empresa do setor criada no Rio Grande do Sul e a quarta empresa mais antiga em atividade no segmento no Brasil. Para João Réquia, “as empresas de fomento mercantil têm muito espaço para crescer. É certo que existe concorrência, mas não devemos dar demasiada atenção a ela. A situação econômica no País melhorou muito”, argumentou. Passados mais de 10 anos de atuação no mercado, no geral, as empresas, estão mais resistentes às turbulências e choques na economia, pois adquirem know how ao sofrerem os percalços da conjuntura econômica. O certo é que os empreendedores sempre devem prestar atenção aos fatores de risco: problemas de gestão empresarial; dificuldades das empresas em encontrarem o nicho correto no mercado e as questões circunstanciais, como as companhias criadas em função do desemprego.


Duas gerações convivem lado a lado na Daniele Banco

A Daniele Banco é uma empresa de factoring de médio porte localizada na região da Berrini em São Paulo, um dos principais centros financeiros da cidade. A empresa, fundada em 1989, é filiada à ANFAC desde o início de suas atividades.

Além do fundador Pio Daniele atuam em áreas estratégicas da empresa os seus três filhos. “No trabalho a administração é profissional, não há nenhuma interferência com os assuntos particulares”, afirmou Pio Daniele, ao explicar que como os filhos trabalham em departamentos distintos: jurídico, financeiro e análise e liberação de créditos -, com políticas pré-estabelecidas e bem definidas, a possibilidade de ocorrerem conflitos internos é mínima. “Possuímos um grupo coeso, com regras bem definidas que já foram estabelecidas dentro da atual cultura e objetivos da empresa”.

O foco da Daniele Banco é o atendimento às empresas de pequeno e médio porte de variados segmentos, oferecendo praticidade e agilidade nas operações. “Viabilizamos que o empresário se foque na atividade fim do seu negócio, deixando para nós a rotina das atividades financeiras e de cobrança”, disse Pio Daniele. Entre os produtos e serviços oferecidos estão: compra de recebíveis que são ativos creditórios provenientes de vendas mercantis; adiantamento para compra de matériaprima; administração de carteira de cobrança e avaliação de crédito; e a terceirização do sistema de contas a pagar das empresas clientes da Daniele Banco.

Para o emprendedor, o maior desafio no dia-a-dia é adequar de forma positiva os antigos costumes aos novos trazidos pelos mais jovens. “Entretanto, tenho a certeza de que tudo é uma questão de tempo e amadurecimento de detalhes mais específicos, e na medida que as situações surgiram, sempre conseguimos achar o melhor caminho para o bem comum - da empresa e de seus clientes”.

Qualidade em gestão

Em maio de2006, a Daniele Banco alcançou a certificação ISO 9001. Com a conquista, os processos internos estão mais organizados, possibilitando uma resposta mais rápida para os clientes na liberação dos recursos. “O mercado cada vez mais competitivo e exigente me fez acreditar que a certificação ISO 9001 irá contribuir significativamente no processo de gestão voltado para a melhoria contínua e o aumento da satisfação do cliente”, afirmou Pio Daniele.

O primeiro passo para a certificação foi a contratação da SGS – ICS Certificadora Ltda, especializada em certificação ISO. Uma pessoa foi destacada para ser o representante da direção - RD - no projeto e iniciar os levantamentos dos processos nos departamentos. O passo seguinte foi a conscientização de todos os colaboradores para que se unissem nesse processo.

Além de atuar na direção de sua empresa, Pio Daniele, é vice-presidente de Governança Corporativa da ANFAC, e também um dos precursores que lutam pela regulamentação do fomento mercantil no Brasil, um segmento diretamente relacionado à economia atual, já que a atividade propicia a alavancagem do mercado, com a aquisição de títulos de crédito e ajuda ao desenvolvimento econômico. “A regulamentação da atividade e a criação de uma legislação específica para o segmento de fomento mercantil acabará com a imagem distorcida, e também facilitará os processos como um todo, trazendo benefícios, como geração de emprego, capitalização de empresas, melhor giro de mercado e assessoria financeira para empresas de todos os portes”.


BBL Fomento, 10 anos de mercado

A partir de um diagnóstico e de análises, fruto das experiências acumuladas pelos nossos consultores, é gerado um plano de trabalho junto aos clientes.

A BBL Fomento é uma média empresa de factoring que acabou de completar 10 anos de mercado, no mês de abril, e está localizada na região central da cidade de São Paulo. “A empresa é filiada à ANFAC há um ano e meio, e não tenho dúvidas que já deveríamos ter nos associado desde o início das nossas atividades”, afirma o diretor José Bonfim C. Jaffe.

Ele explica que a empresa possui clientes nos segmentos de comércio, indústria e serviços. “Procuramos atender as necessidades dos nossos clientes, sempre os orientando em relação às áreas Administrativa e Financeira; Marketing, incluindo Comercial e Vendas e também Comunicação”.

O sucesso de empresas está diretamente relacionado ao bom gerenciamento das variáveis organizacionais e mercadológicas. Isto é o que a BBL Fomento ajuda as empresas a fazer. A empresa atua oferecendo tecnologia de ponta, atendimento personalizado, sempre formatado de acordo com a necessidade do cliente, e associado ao fomento mercantil, por meio de uma equipe que é altamente qualificada e treinada.

“Estamos otimistas, acreditamos na expansão. Achamos que o cenário econômico está bem favorável, e espero que não aconteça nenhuma tragédia. As perspectivas para os próximos anos são as melhores possíveis, o País tem metas de crescimento definidas, os fundamentos macroeconômicos parecem sólidos, o governo está empenhado com o PAC, e é claro que para atingirmos níveis de crescimento comparados com outros países emergentes, temos que melhorar e investir muito em infraestrutura”, analisa Bonfim.

Na opinião do diretor da BBL, a importância do fomento – factoring, para o Brasil é vital, “eu diria que o fomento mercantil tem a mesma importância que os bancos, pelo que já representa, hoje, no contexto econômico nacional, respeitando é claro as finalidades de cada um”. E como costuma dizer o nosso presidente Luiz Lemos Leite: “O fomento mercantil, expressão nossa bem brasileira, já é reconhecida e consagrada em vários atos normativos da administração pública e em vários textos legislativos”.


Trustbank atua no mercado de fomento mercantil em Minas Gerais

A Trustbank Fomento Mercantil é uma pequena empresa administrada por profissionais de mercado, sem vínculos familiares, localizada no bairro Gutierrez, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Antes da criação da Trustbank, uma parte da atual diretoria passou por outras experiências societárias em Factoring, acumuladas nos últimos 13 anos, com passagens pela Factor Factoring, Famer Factoring e Premium Factoring.

A carteira de clientes é bem diversificada e a Trustbank atua nos segmentos de comércio, serviços e indústria, prestando serviços de factoring, análise de crédito e cobrança para os seus clientes cedentes. A filiação da empresa a ANFAC aconteceu logo após o último congresso da Entidade em Porto Alegre - RS, quando ainda emocionado com a brilhante organização, o diretor executivo da Trustbank,s Marcelo Jardim, fez esta promessa, pessoalmente, ao presidente Luiz Lemos Leite.

Para Marcelo Jardim, o Brasil é um país campeão mundial de empreendedorismo. “Por outro lado, a baixa poupança interna cria uma enorme competição no universo de pequenos negócios. Aliado a isto, 80% do total de sociedades empresárias que se constituirão este ano, não alcançarão dois anos de vida. Apenas 2% comemorarão cinco anos de existência”, explica o empresário, citando informações divulgadas pelo Sebrae-MG.

Para o diretor da Trustbank, este alto índice de mortalidade das empresas está ligado à falta de planejamento estratégico, gestão empresarial, pesquisa de mercado, análise da concorrência, elaboração de proposta comercial, qualificação dos sócios gerentes e, principalmente, falta de capital de giro. “Um aspecto importante, a ser ressaltado, é que as Factorings em todo Brasil têm atuado como grande alicerce exatamente em consultoria e capital de giro, principalmente, para pequenos empreendedores. E se a nossa atividade não existisse, como seria?”

A regulamentação do fomento mercantil é uma árdua batalha e que em breve terá um desfecho. “Muito nos dignifica o exemplo de empresários que fizeram a história do Factoring no Brasil, atuando dentro da ética, moral e legalidade do estatuto da ANFAC, sempre buscando parcerias de longo prazo com seus clientes cedente, com foco principal no sucesso do cliente para fidelidade e crescimento sustentado da carteira”, argumenta Marcelo Jardim.

“Foi justamente, a conduta deste grupo de empresários que conseguiu vencer o preconceito e fomentar no judiciário, junto com a doutrina, jurisprudência e ampla cobertura da legislação vigente uma relativa segurança jurídica. Com a regulamentação definitiva, o preconceito ainda existente sobre a atividade provavelmente se extinguirá”, afirma o diretor da Trustbank.


Sterk Factoring, 10 anos de experiência no mercado

"A importância do fomento mercantil tem relação direta com a economia atual, pois esta atividade propicia a alavancagem do mercado, com a aquisição de títulos de crédito e ajuda ao desenvolvimento econômico das empresas."

Sterk Factoring, uma das empresas da Organização Gelre, acaba de completar 10 anos de mercado. Os sócios são a Geldria Participações e Serviços Ltda e Johanes Antonius Maria Wiegerinck. A filiação a ANFAC veio logo no início do empreendimento, em maio de 1997.

A empresa localizada na região central da cidade de São Paulo atua junto a pequenas e médias empresas ? nos segmentos de indústria, comércio e prestação de serviços -, com operações de fomento na aquisição de direitos creditórios, inclusive a Sterk Factoring firmou uma parceria com a International Advisers, que atua em cobrança internacional.

"O quadro macroeconômico atual da economia brasileira é promissor, por isso Sterk Factoring, 10 anos de experiência no mercado acreditamos na continuidade do crescimento, visto a estabilidade da moeda", afirma Antônio Arjona, gerente de Operações da Sterk Factoring.

"Hoje, a importância do fomento mercantil tem relação direta com a economia atual, pois esta atividade propicia a alavancagem do mercado, com a aquisição de títulos de crédito e ajuda ao desenvolvimento econômico das empresas, embora ainda exista o risco da situação financeira em certas empresas. Com a regulamentação da atividade e a criação de uma legislação específica para o segmento de Factoring acabará a imagem marginal pela qual ainda somos conhecidos, e também facilitara os processos ajuizados, na área jurídica", argumenta Antônio Arjona.


MACCRED, uma das empresas pioneiras do fomento mercantil em Criciúma.
Nos últimos 18 anos, a região ao redor da cidade transformou-se num pólo econômico importante em Minas Gerais

MACCRED Fomento Comercial é uma das empresas pioneiras de factoring em Criciúma, região sul de Santa Catarina. Criada em 25 de janeiro de 1989, por José Augusto Esteves e mais dois sócios.

Atualmente, José Augusto está no comando da MACCRED. Ele conta que antes de decidir a abrir a empresa, atuava como gerente do Banco Safra. Nesses 18 anos de existência da empresa, a região ao redor de Criciúma foi se tornando um pólo econômico importante no Estado. “Hoje no município há cerca de 70 empresas de fomento mercantil, não sei se todas são associadas à ANFAC ou não. Já o registro da MACCRED na ANFAC é o de nº 408”, comenta José Augusto.

A área de atuação da empresa é na própria região em que está localizada, incluindo também clientes no norte do Estado, nas cidades Blumenau e Joinville e em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A MACCRED é uma média empresa que atua basicamente através de contratos de fomento mercantil e contratos de fornecimento de matéria-prima, atendendo clientes dos mais diversos segmentos, como setor de plásticos, metal mecânico e papel.

O diretor José Augusto acredita que a regulamentação do factoring no País só irá trazer benéficos para o setor. “Consideramos o fomento mercantil de extrema importância para o desenvolvimento econômico do País, pois a prestação de serviços é um importante auxílio às atividades de pequenas, médias e até grandes empresas”.

“O cenário econômico está favorável para a economia de um modo geral, e estamos confiantes nesta continuidade. Porém a queda dos juros e o aumento da oferta de crédito por parte dos bancos faz com que o setor tenha de se adequar, para não deixar de ser um negócio atrativo sob o ponto de vista do cliente e dos empresários do ramo de factoring”, afirma José Augusto.


Planejamento Tributário

Enquanto a reforma tributária não sai só resta aos empresários investir na análise fiscal para tentar diminuir o ônus de uma carga de impostos excessivas. A arrecadação de impostos no País corresponde a 38% do PIB, percentual semelhante ao praticado em países europeus desenvolvidos. A diferença, no entanto, é que nessas localidades, o Estado pensa em tudo. Para alguns especialistas em Direito Tributário, a carga tributária nos países emergentes deveria se manter num patamar entre 10 e 22% do PIB.

Há muito tempo, empresários e profissionais especializados na área tributária dedicam boa parte do seu tempo na busca de alternativas que possam, legalmente, reduzir a pesada carga tributária brasileira. Tal tarefa é extremamente difícil, principalmente depois da edição da Lei Complementar nº. 104/2001 que introduziu profundas alterações no Código Tributário Nacional, em particular quanto à regra do parágrafo único do artigo 116 que visou combater práticas elisivas.

“Parágrafo único. A autoridade administrativa poderá desconsiderar atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo ou a natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária, observados os procedimentos a serem estabelecidos em lei ordinária”.

A partir deste marco, a elisão passou a ser vista como figura eminentemente do ordenamento jurídico tributário, merecendo cuidado especial na sua formulação.

Não raro se vêem determinados comportamentos empresariais orientados por tributaristas que buscam reduzir a carga tributária e com isso aumentar a capacidade competitiva. Tais comportamentos, muitas vezes, não devem ser definidos como planejamento tributário, mas sim escolhas de alternativas com previsão legal, a exemplo da escolha da opção para recolhimento do imposto de renda das pessoas jurídicas.

É absolutamente lícito buscar a menor carga tributária, obedecida a legislação vigente, desde que, de fato, o negócio jurídico esteja circunscrito a uma situação concreta, não simulada. Não basta apenas a licitude do ato (ou fato) praticado, é necessário que o ato (ou fato) praticado esteja suportado por realidades. A licitude é apenas a preliminar do planejamento tributário.

Neste diapasão, podemos definir o planejamento tributário como sendo o estudo, a organização e a implementação de ações reais, verdadeiras, que permitam ao contribuinte estruturar o seu negócio da maneira que melhor lhe pareça, procurando a diminuição dos custos de seu empreendimento, em rigorosa conformidade com os normativos legais e que se apresentem como alternativa para minimizar a carga tributária.

Mas, para que o planejamento tributário seja eficaz, não poderão ocorrer situações onde se verifiquem vícios, tais como a simulação/dissimulação, que por serem vícios de vontade, podem acarretar várias conseqüências, inclusive a anulação do ato jurídico praticado. Exemplo: pessoa jurídica criada apenas no papel, sem a materialização de nenhuma atividade real que a lastreie. Outro exemplo muito comum que se tem visto é o deslocamento da base tributável de uma sociedade para outra que esteja em situação tributária mais favorável sem a efetiva realização da receita.

A simulação/dissimulação se caracteriza pelo fato do contribuinte mostrar uma determinada coisa, mas de fato o que ocorreu foi outra coisa diferente daquela que mostrou. Este fato tem sido comum em operações entre partes relacionadas que visam obter redução do peso tributário intragrupo sem respeitar as razões econômicas presentes no mercado, ou seja, o planejamento visa apenas à redução do tributo.

É de fundamental importância que o planejamento tributário, quando realizado entre empresas do mesmo grupo, contemple operações dentro do padrão como seriam celebrados com terceiros, ou seja, deve ser obedecido o princípio do at arm’s length (expressão utilizada para definir que os negócios realizados dentro do grupo econômico devem ser feitos da mesma maneira como seriam feitos perante terceiros).

O tema planejamento tributário merece enorme cuidado e grande esforço no sentido de deixar demonstrado que o objetivo do planejamento não foi exclusivamente o de pagar menos tributos, mas o de poder exercer o direito constitucional de gerir seus negócios com liberdade.


Sampaio Filho fala da central de riscos

Quero me referir à Circular da Anfac, nº 09/2007, de 08/02/2007 fazendo referencia à reunião havida no dia 22 de janeiro, promovida por iniciativa de um grupo de empresários, da qual tive a oportunidade de participar.

A circular trouxe, de uma maneira institucionalizada ao conhecimento de todos nós, o grau de preocupação para um problema extremamente grave que se prolifera no mercado do fomento mercantil que é o Premeditado e Estruturado Calote.

Como todos nós sabemos, ele surgiu não faz muito. Lembro-me que a primeira vez que apareceu , todo estruturado juridicamente, foi em uma reunião na própria Anfac, na qual aproximadamente 52 empresas do fomento , todas vitimas, ouviram do porta voz do seu cliente comum, o que se segue : Devo, pago como quiser, quando quiser, ao preço que quiser , nas condições que quiser e vocês é pegar ao largar.

Pois bem de lá para cá o que mudou?

Passaram a vir com mais frequencia, não distinguindo o porte da empresas de fomento, e o pior: O porte dos que estão aprontando o calote passou a incluir também o médio e o pequeno.

Porém o modo de operar é o mesmo: juridicamente estruturado.

Carta de negociação ao sacado, nota fiscal, canhoto, AR, confirmação por fax (até se tem), porém tudo falsificado e às vezes com conivência.

Quem ainda não perdeu neste mercado, não se preocupe pois é uma questão de tempo, uma vez que esse mal está generalizado e é de conhecimento de todo.

Como evitar? Não há milagre. Temos que trabalhar como todo o mundo trabalha: conhecendo o seu cliente. Como conhecer o cliente? Conhecendo o seu endividamento.

Como se conhece o seu endividamento? : CENTRAL DE RISCOS. Como fazê-la ? Voluntariamente ela não vem. Conscientizar? Trabalho infindo. Ou ela vem por “decreto” dentro de normas ou tentamos trazê-la através de estudos conjuntos com Serasa/Equifax ou outros órgãos semelhantes.

Se nada disso for feito, não ha milagre, pois o vôo continuará sendo cego, mesmo com toda a nossa experiência e estrutura operacional.


Gestão da Qualidade

A preocupação das empresas com a qualidade de seus produtos e serviços é um dos fatores mais importantes para seu desenvolvimento.

Mantendo o foco na qualidade, a organização alcança a diferença, já que está mais bem equipada para ganhar novas oportunidades em um mercado global cada vez mais competitivo. Uma organização certificada sob a ISO 9001 oferece uma garantia de seu compromisso com a qualidade e é um indicador que lhe permite medir a melhoria contínua do desenvolvimento do negócio. Veja como foi o processo de implantação da ISO 9001 na Daniele Banco, contado pelo diretor-presidente, Pio Daniele.

Pio Daniele, diretor-presidente da Daniele Banco e vice-presidente executivo da ANFAC

1. Como foi o processo de implantação da ISO 9001 na Daniele Banco?

Pio Daniele: O mercado cada vez mais competitivo e exigente me fez acreditar que a certificação ISO 9001, iria contribuir significativamente no processo de gestão voltado para a melhoria contínua e o aumento da satisfação do cliente. Para tanto decidimos contratar a SGS – ICS Certificadora Ltda, empresa especializada em certificação de ISO e iniciamos o processo. O primeiro passo foi destacar uma pessoa para ser o RD (representante da direção) do projeto e posteriormente iniciar os levantamentos dos processos nos departamentos. Passada essa etapa iniciamos a conscientização dos demais colaboradores, pois sem a colaboração de todos não seria possível alcançarmos tal feito. Tenho certeza que essa conquista se deve principalmente ao empenho do nosso corpo diretivo que se empenhou em acompanhar todos os passos e ver o progresso alcançado cada vez que os auditores venciam as etapas de preparação com o RD e as equipes.

2. Depois que foram implantados os conceitos de qualidade, quais resultados e melhorias concretas foram percebidos?

Pio Daniele: Conquistamos a certificação em Maio de 2006 e com isso acredito que a empresa irá obter avanços significativos em relação à concorrência oferecendo aos nossos clientes maior segurança, credibilidade e agilidade nos processos. A exigência dos clientes nos prova a importância de termos essa certificação, além dos resultados tangíveis, podemos destacar os intangíveis, o nosso capital intelectual ativo e inovador. No período que antecedeu a certificação motivamos os colaboradores a participarem dessa nova etapa, o que proporcionou o efetivo comprometimento de todas as equipes. Desta forma, todos estiveram imbuídos na construção do sistema de aprendizado organizacional.

3. O que é primordial para uma empresa alcançar a certificação da ISO 9001?

Pio Daniele: Na minha opinião primeiramente, é a convicção dos líderes da organização. São eles os timoneiros que darão o tom do andamento do processo. Acreditar que a construção da qualidade é um processo de educação e com resultados de médio e longo prazo. A visão por processos é fundamental para que a organização tenha clareza dos pontos críticos a serem monitorados. A gestão pela qualidade deve focar a busca de alternativas para os principais gargalos que impedem um melhor desempenho. Este fator é que motiva, lança desafios para as equipes e dá credibilidade às ferramentas e métodos de gestão aplicados.

4. Como manter o processo estabelecido pela ISO 9001?

Pio Daniele: Acredito que a qualidade deve funcionar como o catalisador para a empresa conseguir atingir suas metas, através de uma gestão baseada em dados e fatos e na melhoria contínua, impregnada em toda a organização. As metas estabelecidas são de manter todo o processo constituído na formatação da ISO e os gestores estão incumbidos pelo monitoramento e da supervisão para que não existam “não-conformidades”.

5. Qual o principal desafio da implantação da ISO 9001?

Pio Daniele: No caso do segmento de fomento mercantil o maior desafio é o cumprimento dos prazos e a solidez nas respostas dadas aos clientes. Trabalhamos com a missão de prestar serviços de forma ágil e segura, por isso o tempo de resposta é fundamental, assim como estar com todas as outras áreas de back-office respaldadas para dar continuidade ao processo de forma sincronizada.

6. Qual o papel do gestor na implantação da qualidade?

Pio Daniele: Através da participação efetiva, continuada e dando o exemplo, a liderança cria em toda a organização um ambiente propício para a realização das ações da qualidade. Guiar a organização para a cultura da excelência é o grande desafio do gestor.

7. Nos dias de hoje qual a importância de ter a certificação da ISO 9001?

Pio Daniele: Vivemos em período de constantes mudanças, são novas tecnologias, necessidades crescentes dos clientes, novos entrantes no mercado, e, caso a organização não disponha de agilidade no seu sistema de gestão para aprender, absorver e traçar diretrizes estratégicas, não conseguirá sobreviver neste novo cenário empresarial. Neste contexto, a gestão pela qualidade é a única saída para as empresas sobreviverem neste novo mercado.

8. Mesmo sendo recente a certificação da Daniele Banco já foi possível sentir alguns reflexos do mercado?

Pio Daniele: Realmente é muito cedo para termos esse resposta, mas posso afirmar com certeza que os processos internos estão mais organizados, possibilitando uma resposta mais rápida para os clientes na liberação dos recursos. E tenho certeza que cada vez mais os reflexos serão melhores, pois esse é o primeiro passo e estamos muito comprometidos a cada vez mais implantar melhorias para atender cada vez melhor desde o prospect até o cliente que já opera com a Daniele Banco.


Os fatores de sucesso de uma empresa

O vice-presidente do Comitê de Planejamento e Gestão da ANFAC e proprietário da Plus Fomento Mercantil, Lívio Utech, descreve os fatores de sucesso de uma empresa.

Fatores de sucesso de uma empresa:

- Controle de custos
- Controle da produção
- Equipamentos modernos
- Usar tecnologia no seu processos de controle e produção
- Escolha de fornecedores e bons clientes
- Qualificação dos gestores
- Posição geográfica para facilitar a logistica
- Conhecimento do mercado competitivo
- Boa imagem junto ao fornecedores, clientes, governo, comunidade e meio ambiente
- Buscar margem de lucros para remunerar seu investimento
Nunca foi tão apropriado o comentário de Utech a revista Fomento Mercantil, quando disse:

"Um bom planejamento pode ser identificado como o desenvolvimento de processos, técnicas e atitudes, as quais proporcionam uma situação viável para que se possa avaliar as implicações de decisões em função dos objetivos, de modo mais rápido, coerente, eficiente e eficaz."


Responsabilidade Social Empresarial

O Vice-Presidente Executivo da ANFAC e também coordenador do comitê de Responsabilidade Social, Alexandre Dumont Prado, diz que o trabalho de conscientização quanto ao real significado e importância da Responsabilidade Social Empresarial, é lento, mas quando acontece traz muita alegria e motivação. Ele lembra que após o ciclo de palestras em 31/03/06 sobre Ética e Responsabilidade Social, dois empresários sentiram-se movidos a levar o trabalho para seus respectivos estados. Um deles disse que uma pergunta calou fundo – “Quando você chega em casa, à noite, tem coragem de dizer para seu filho o que fez naquele dia?”

Dumont esclarece que o objetivo é aproveitar toda e qualquer oportunidade de levar este conceito novo e amplo de Responsabilidade Social para o maior número de empresários. “Este trabalho nos leva a entender a nossa participação no meio onde vivemos e o nosso compromisso com as decisões que tomamos a cada dia, a cada momento. De buscar o sucesso sem abrir mão da maneira como vamos conseguí-lo. Não podemos mudar o mundo, mas podemos mudar a nós mesmos”, afirma Dumont.

Para Alexandre Dumont, “Responsabilidade Social vai muito além da filantropia, que é muito importante, mas ela será sempre uma conseqüência e não um objetivo. Não devemos fazer filantropia como um meio de fazer marketing. Da mesma forma, não devemos praticar a Responsabilidade Social para sermos reconhecidos no mercado”. Mas enfatiza que o reconhecimento é uma conseqüência de atitudes e políticas socialmente responsáveis.


Diretor da Lastro elogia criação de FIDCs

O diretor da Lastro Fomento Mercantil, Marco Aurélio Russo, de Araras, em São Paulo, diz que a criação de fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs) foi muito importante para o segmento. “O novo mecanismo exige elevada profissionalização de todos os envolvidos, empresas-clientes e factorings, e vai acentuar a prestação de serviços de consultoria por empresas do fomento mercantil”. Para Russo, com a sofisticação do modelo, vários agentes que atuam à margem do mercado deverão perder espaço. “Eu imagino o trabalho que foi necessário e as dificuldades que foram superadas pela ANFAC para o lançamento do FIDC”, disse Russo.

O diretor da empresa de Araras afirma que o grande desafio do setor, que vai exigir muitos anos e um intenso trabalho da ANFAC, é a questão da não aceitação por grandes empresas da negociação de duplicatas em que aparecem como sacadas. “Aqui, as companhias não permitem que o cedente negocie seu crédito. Lá fora, na Europa ou nos Estados Unidos, a empresa paga ao detentor do direito”. E afirma: “a filiação a ANFAC é fundamental para uma empresa de fomento a entidade é importante e está fazendo um bom trabalho”.


Diretora da Four Factoring, fala da importância do recurso humano no planejamento estratégico da empresa

A diretora da Four Factoring e também vice-presidente executiva da Anfac que coordena o comitê de Educação Corporativa e Recursos Humanos da Anfac, diz que é essencial o investimento na gestão de talentos. “Priorizar o ser humano, seus valores e suas capacidades é uma de nossas principais metas, já que sabemos que no mundo dos negócios e em nosso atual mercado, a competitividade é cada vez maior. Aqui, acredita-se que o diferencial é o indivíduo”, disse Cleonice.

 Para Cleonice, as pessoas que se sobressaem nos ambientes de trabalho são aquelas que estão motivadas e, cabe ao gestor, criar as possibilidades de melhor adaptação de seus colaboradores.

"É imprescindível que estejamos sempre dispostos às mudanças necessárias, sendo fundamental estarmos abertos aos processos de formação das pessoas, suas potencialidades, criando um clima positivo para que cada um produza mais e melhor e também investindo sempre no trabalho de equipe", disse Cleonice.

 A empresária acredita que aliada a tecnologia e ao marketing, a forma de selecionar, gerir, remunerar, avaliar e estimular os colaboradores é crucial para que as empresas se tornem mais fortes, competitivas e dinâmicas.


congresso
Fator 06/09/2010
  Fator ANFAC   3,92%
  Média Alta   3,98%
  Média Baixa   3,87%
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